Entrevista - Tanguy Ndombele

Entrevista – Tanguy Ndombele

Nossa primeira contratação em mais de 500 dias, pelo menos a que vai ficar no clube, já que Jack Clarke só joga pelo Tottenham em 2020/2021, deu uma boa entrevista ao jornal francês L’Équipe, onde falou sobre o papel de Mauricio Pochettino na sua contratação, com Hugo Lloris e Moussa Sissoko explicaram sobre o clube, entre outros pontos.

Seu desenvolvimento na carreira ao ir para o Tottenham

“O projeto do PSG poderia me atrair? Sim, eles são um grande clube, Paris é a cidade onde eu cresci. Hoje, eu não estou triste. De maneira nenhuma. Além do futebol, como homem, é melhor que eu vá, que me permita descobrir um novo país, uma nova cultura de futebol. Eu saio do meu casulo”.

Sobre o desejo do clube em trazer ele

“Eles têm um time muito jovem, com jogadores muito bons. Quando o time foi finalista de Champions League nesta temporada, você deve olhar para o projeto deles. Colocar 70 milhões de euros na mesa por mim, foi um sinal forte. Quando olho para o Tottenham, vejo um grande clube europeu. É outra dimensão. Para ir para o próximo nível, foi a melhor escolha”.

O convencimento de Pochettino

“Foi algo profundamente pensado (o técnico). O Tottenham têm um dos melhores técnicos do mundo. O fato de que ele quer você, faz você vir querer trabalhar com ele. Ele foi o único que mudou minha decisão. É difícil descrever, mas ele sabe como falar com as pessoas, deixar uma marca nas pessoas. Ele me olhou nos olhos e disse “venha comigo, tenho certeza que você vai progredir”. São essas pequenas coisas que me fizeram assinar com o Tottenham. Eu pude ver que ele (Pochettino) realmente, genuinamente me queria, que ele genuinamente gosta de mim”.

Assistir o Tottenham

“Eu assisto o Tottenham desde o tempo de Keane e Berbatov. Eu falei com Moussa (Sissoko) e Hugo (Lloris). Eles disseram “venha, nós temos um ótimo time”. A pré-temporada começa no dia 12 e você tem que estar lá”.

Sobre os treinos pesados de Pochettino

“Sim, senão não teria feito essa escolha (sobre estar pronto para os treinos). Já vi o Tottenham jogar. Eu sou um jovem jogador, estou indo para o Tottenham para aprender. Estou pronto. Nunca sofri em uma sessão de treinos, mas se isso acontecer, então é algo que é para o meu bem. Estou pronto para mudar. Eu não vou aparecer pensando “os treinos precisam ser menos intensos”. Não, isso não passa pela minha cabeça. As pessoas falam muito sobre o que chamam de indiferença, eu sou quem eu sou, estou trabalhando nisso (minha personalidade).

“Talvez no primeiro treino, eu terei esse sentimento (de pressão), talvez isso pese bastante. Você se pergunta, se você está no nível necessário. Nós vamos ver no momento. Em todo caso, qualquer decisão, que eu tomasse, envolveria um risco”, finalizou.

 

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